Andréia Sadi | G1
Com a recusa do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, peemedebistas voltaram a cobiçar o Ministério da Justiça. E defendem, nos bastidores, que o presidente Michel Temer adote uma "solução caseira" para a vaga. Isto é, querem que ele aproveite um nome que já integra os quadros do governo.

Neste cenário, eles defenderam o nome de Gustavo Rocha, subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, ligado ao PMDB e que já advogou para o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.
Rocha também é membro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Apesar da campanha de aliados, interlocutores de Temer ouvidos pelo blog dizem que "a ideia não empolgou" o presidente.
Com a recusa do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, peemedebistas voltaram a cobiçar o Ministério da Justiça. E defendem, nos bastidores, que o presidente Michel Temer adote uma "solução caseira" para a vaga. Isto é, querem que ele aproveite um nome que já integra os quadros do governo.

Neste cenário, eles defenderam o nome de Gustavo Rocha, subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, ligado ao PMDB e que já advogou para o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.
Rocha também é membro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Apesar da campanha de aliados, interlocutores de Temer ouvidos pelo blog dizem que "a ideia não empolgou" o presidente.
Tags:
CNMP
Conselho Nacional do Ministério Público
Eduardo Cunha
Gustavo Rocha
Michel Temer
Ministério da Justiça
PMDB