Legislação
Rio de Janeiro
Roberto Sá
Secretário de Segurança
violência
Por G1 Rio
O secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, voltou a criticar o sistema judiciário do país nesta segunda-feira (17) em entrevista à CBN. Sá disse que a sociedade precisa cobrar de outras esferas, além da polícia, a solução para a segurança pública.
Ele classificou como "epidemia" a violência vivida no país e no Estado.
"Se fizermos prisão de alguém com revólver calibre .38, como é de uso permitido, essa pessoa sai da delegacia, em razão da lei, antes do policial. Agora, e se fosse [utilizada a arma] para cometer um latrocínio? Nossa legislação meio que espera um pouco a tragédia acontecer para fingir que pune com rigor", afirmou.
O secretário disse também que pretende mudar o modelo de policiamento, tornando-o mais dinâmico. Mas voltou a culpar o estado de calamidade e a crise financeira pela escassez de recursos.
Sá disse que é necessário "exigir mais, sim" do governo federal.
"Recomendei ao comandante geral planejamento para usar mais aeronaves e motocicletas, mas como ele vai fazer isso sem recursos? Até quero adotar modelo de policiamento mais rápido e dinâmico. Toda metrópole tem aeronave. Pretendo fazer isso tão logo governo federal nos ajude na recuperação fiscal do Rio", afirmou.
Legislação espera tragédia ocorrer para fingir que pune com rigor, diz secretário de Segurança do RJ
Declaração de Roberto Sá foi feita em entrevista à rádio CBN na manhã desta segunda-feira (17). Ele classificou como "epidemia" a violência vivida no país e no Estado.
Por G1 Rio
O secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, voltou a criticar o sistema judiciário do país nesta segunda-feira (17) em entrevista à CBN. Sá disse que a sociedade precisa cobrar de outras esferas, além da polícia, a solução para a segurança pública.
Secretário de Segurança do Rio, Roberto Sá, em feira do setor de defesa e segurança (Foto: Arquivo: Daniel Silveira/G1) |
Ele classificou como "epidemia" a violência vivida no país e no Estado.
"Se fizermos prisão de alguém com revólver calibre .38, como é de uso permitido, essa pessoa sai da delegacia, em razão da lei, antes do policial. Agora, e se fosse [utilizada a arma] para cometer um latrocínio? Nossa legislação meio que espera um pouco a tragédia acontecer para fingir que pune com rigor", afirmou.
O secretário disse também que pretende mudar o modelo de policiamento, tornando-o mais dinâmico. Mas voltou a culpar o estado de calamidade e a crise financeira pela escassez de recursos.
Sá disse que é necessário "exigir mais, sim" do governo federal.
"Recomendei ao comandante geral planejamento para usar mais aeronaves e motocicletas, mas como ele vai fazer isso sem recursos? Até quero adotar modelo de policiamento mais rápido e dinâmico. Toda metrópole tem aeronave. Pretendo fazer isso tão logo governo federal nos ajude na recuperação fiscal do Rio", afirmou.
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